quarta-feira, 25 de maio de 2016

Parque Linear Nove de Julho em São Paulo

Parque Linear Nove de Julho foi visitado num domingo e fica na orla da represa Guarapiranga, bairro Cidade Dutra, pertencente a subprefeitura da Capela do Socorro, na zona sul da capital paulista. O local, que tem cerca de 538.000 m²possui uma várzea extensa com ambientes variados que vão desde corpos hídricos, terrenos alagados, campos predominantemente secos, até matas fechadas, fato que permite uma diversidade significativa de fauna. A área em contato com a represa proporciona atividades de lazer e esporte em uma bela paisagem.
Horário de funcionamento:
6 às 18h 
Recursos:
 PlaygroundCampo de futebol Acessibilidade  Trilha Programação cultural
Telefone:
(11) 5187-0341 (Ass. Comunicação SVMA)
Localização:
Avenida Ponta do Sol, s/nº, Cidade Dutra, São Paulo, SP
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quarta-feira, 11 de maio de 2016

Parque Ecológico Dionísio Alvarez Mateos (Jardim das Flores) ou Parque da FITO em Osasco

Parque Ecológico Dionísio Alvarez Mateos (Jardim das Flores) ou Parque da FITO, que foi visitado numa quarta-feira, fica localizado na cidade de Osasco na região metropolitana de São PauloA cidade, que tem cerca de 700.000 habitantes, foi criada como um bairro da capital paulista no final do século 19, tornando-se município emancipado em 1962. O parque localiza-se próximo da Fundação Instituto Tecnológico de Osasco (FITO) numa área de 52.800 m². 
Horário de funcionamento:
5h às 20h de 2a. Feira a Domingo
Recursos:
  Quadra poliesportiva  Playground Programação cultural Trilha
Telefone:
(11) 3684-0749
Localização:
Rua Georgina, 64, Jardim das Flores, Osasco, SP
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terça-feira, 3 de maio de 2016

Site Áreas Verdes das Cidades_3 Anos

Em 3 de maio de 2013, o blog sobre áreas verdes urbanas criado um ano antes, transformou-se no site Áreas Verdes das Cidades, consolidando a ideia inicial de seu editor de amor aos parques urbanos, cuja iniciativa de criação e proteção tem foro exatamente na defesa e conservação desse patrimônio público, incentivando sua visitação. Entendemos que as áreas verdes oferecem opções diversas e integradas de lazer, cultura, arte, entretenimento, esporte e contemplação da natureza.

A importância desses parques, especialmente, expressa-se como patrimônio cultural, testemunho de expressões vivas da cultura e impulsos humanos pela preservação da vida na diversidade de suas manifestações.
As áreas arborizadas controlam a poluição atmosférica e o microclima, oferecendo conforto ambiental. A saúde física e mental recebem benefícios comprovados cientificamente, conforme pesquisadores americanos, japoneses e europeus. A
s áreas verdes urbanas são espaços privilegiados, amenizando a aridez da cidade. A diversidade de vegetação se encarrega de atrair, proteger e alimentar animais e pássaros. A oportunidade para o exercício de convivência solidária entre pessoas e natureza favorece o estreitamento das relações de amizades. A simples contemplação nas áreas verdes possibilita uma experiência estética única, permitindo que se vivencie a harmonia e o bem-estar, generosamente ofertados pela natureza. A quantidade e o estado de conservação das áreas verdes de uma cidade elevam a percepção de desenvolvimento humano e social.

Em 2014 o site Áreas Verdes das Cidades foi premiado no Concurso do Ministério da Cultura (MinC), "Cultura 2014", com o projeto "Territórios da Cultura: roteiro cultural e ambiental pelos Parques Urbanos de São Paulo", que tinha como principal motivação convidar os visitantes de passagem por São Paulo durante a Copa do Mundo de Futebol a conhecer e visitar seis parques em diferentes regiões da cidade – Ibirapuera, Trianon, Carmo, Jardim da Luz, Juventude e Casa Modernista – além da organização de um evento de arte ecológica no Parque Jardim da Luz. Para divulgar o roteiro de visitação foram impressos mapas de bolso e criado um hotsite com informações, mapas e destaques, ambos bilingues (português/inglês).

O site Áreas Verdes das Cidades, além de oferecer um panorama do patrimônio cultural e natural presente nos parques urbanos das cidades, como dissemos, incentiva sua visitação. Nele o leitor vai encontrar um pouco da história de cada parque, seus equipamentos, sua infraestrutura, flora, fauna e as atrações para quem os visita, além de fotos, vídeos, mapas de localização e o que vale a pena visitar no local. A cada 15 dias, em média, uma nova área é inserida no site. Além dessas publicações, procura, por meio de seus canais na WebFacebookYouTube e Google+, registrar outras informações relevantes sobre meio ambiente e sustentabilidade, mas sempre em conexão com os parques urbanos.

Hoje estão publicadas resenhas, fotos e vídeos de 136 áreas verdes, principalmente da região metropolitana de São Paulo, constituindo o maior acervo de informações e serviços sobre parques e áreas verdes da cidade de São Paulo na Internet.





Convidamos vc para consultar o Áreas Verdes das Cidades na Web, Facebook, YouTube e Google+

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Dia Nacional da Caatinga_28 de Abril

Em homenagem ao Dia Nacional da Caatinga, vejam artigo de Arnóbio Cavalcante (Ecólogo) para o Portal do IDEIA, que conta um pouco da história de sua criação. Posteriormente relacionamos alguns exemplos da flora e fauna existentes nesse importante bioma brasileiro.

O Decreto Federal de 20 de agosto de 2003, publicado no Diário Oficial da União, seção 1, edição 161, página 5, de 21 de agosto de 2003 institui o Dia Nacional da Caatinga, a ser comemorado no dia 28 de abril de cada ano. A data homenageia o professor João Vasconcelos Sobrinho (1908-1989), pioneiro na área de estudos ambientais no Brasil. O Dia Nacional da Caatinga foi celebrado oficialmente pela primeira vez no Seminário “A Sustentabilidade do Bioma Caatinga“, ocorrido nos dias 28 e 29 de abril de 2004 em Juazeiro, na Bahia.

Caatinga é um termo de origem Tupi-Guarani e significa floresta branca. O termo resulta da combinação dos elementos ca-a (floresta), tî (branco) e o sufixo ngá, (que lembra). A razão para esta denominação reside na aparência que a floresta revela durante a estação seca, quando a quase totalidade das plantas estão sem folhas e os troncos brancos e brilhosos, extraordinárias estratégias para diminuir as perdas de água nesta estação. Outra estratégia destacável são as folhas modificadas na forma de espinhos. Com esse conjunto mínimo de adaptações à deficiência hídrica, a Caatinga se mostra como uma vegetação xerófila, espinhosa e caducifólia, de certo, seus aspectos mais nítidos. Carl von Martius (1794-1868) renomado botânico alemão que esteve no Brasil no século XIX, referiu-se a caatinga como silva horrida (floresta feia). Verdadeiramente, parece não existir beleza e alegria em algo seco e branco, no entanto, quando as primeiras chuvas caem sobre a caatinga uma extraordinária explosão de cor e vida emerge, numa mudança repentina de paisagem das mais espetaculares do mundo.

Essa cobertura vegetal exclusivamente brasileira é singular, ou seja, não é encontrada em nenhum outro lugar do mundo além do Nordeste do Brasil. Ocupa uma área de aproximadamente 900 mil quilômetros quadrados englobando de forma contínua parte dos estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e Minas Gerais. Durante muito tempo a Caatinga foi descrita como ecossistema pobre em espécies e endemismo. No entanto, estudos recentes apontam o contrário. A flora já levantada registra aproximadamente mil espécies, das quais um terço são espécies endêmicas (exclusivas). Estima-se que o total de espécies vegetais alcance 2 mil a 3 mil. Ademais, mamíferos, peixes, aves, répteis e anfíbios superam mil espécies com um nível de endemismo bastante variado. É desse patrimônio biológico que o sertanejo obtém madeira, carvão, carnes, frutas, plantas medicinais, fibras, mel e forragem para os rebanhos.

Infelizmente, o mau uso e ocupação da terra pelo Homem têm, há tempos, levado um estresse ambiental à caatinga sem precedentes na história. As razões para esse desmantelamento da caatinga tem sido o uso da mata nativa para lenha e carvão e o avanço de polos agropecuários. Para dar uma ideia da velocidade da destruição, entre 2002 e 2008, a caatinga foi removida o equivalente a 1.657.600 campos de futebol, conforme o estudo.
Arnóbio Cavalcante é pesquisador-adjunto, ecólogo do Ministério da Ciência e Tecnologia em exercício no Instituto Nacional do Semiárido)

A vegetação é formada por três estratos: o arbóreo, com árvores de 8 a 12 metros de altura; o arbustivo, com vegetação de 2 a 5 metros; e o herbáceo, abaixo de 2 metros. As bromélias e os cactos são as principais famílias de plantas da região. A sapiência da natureza proporcionou às espécies folhas miúdas, cascas grossas e hastes espinhentas que são adaptadas à evapotranspiração intensa. As plantas ainda têm a especificidade de possuir raízes tuberosas para armazenamento de água, possibilitando a rebrota da planta mesmo após longos períodos de falta de água ou mesmo intervenções humanas. Mandacaru, xique-xique, barriguda e umbuzeiro são algumas das espécies com grande capacidade de armazenamento de água. Há ainda uma vasta lista de plantas medicinais como a catingueira, o jerico e o angico. A Caatinga ainda abriga espécies raras e de grande valor como o ipê roxo, o cumaru, a carnaúba e a aroeira, a qual está ameaçada de extinção. Nos períodos chuvosos, espécies de plantas herbáceas se abrem em flor, dentre as quais a malva, a malícia e a flor de tijirana.

Quanto a fauna ela é diversa composta por mais de 800 espécies animais. Já foram registradas 148 espécies de mamíferos, 510 de aves, 154 de répteis e anfíbios e 240 de peixes. Este é o habitat do preá, da asa branca e o do tamanduá-mirim. A Caatinga ainda abriga seis espécies de felinos: a onça-pintada, onça-parda, jaguatirica, gato-do-mato-pequeno, gato-maracajá e gato-mourisco. No entanto, a exploração humana e o manejo inadequado da terra afetam sobremaneira esta rica fauna. Inúmeras espécies se encontram ameaçadas de extinção, como a onça-parda, o tatu-bola e o soldadinho do araripe.
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OBS.: Informações sujeitas a mudanças e alterações.
Fontes: Websites IDEIA (http://www.ideiaweb.org/), CerrAntiga (http://www.cerratinga.org.br/), Google (http://www.google.com) e Flickr (http://www.flickr.com/).
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A seguir, veja fotos de alguns exemplares da vegetação e da fauna típicas da caatinga (Atenção! Ao "clicar" em qualquer foto, abre-se, automaticamente, o modo de exibição "Tela Cheia" de seu computador e por meio de suas teclas "Setas" (➡⬆⬅), podem ser visualizadas todas as fotos tiradas do parque).

sábado, 23 de abril de 2016

Parque Shangrilá em São Paulo

Visitamos num domingo o Parque Shangrilá, que fica no bairro Grajaú, pertencente a subprefeitura da Capela do Socorro, na zona sul da capital paulista. O local, que tem 75.000 m², foi implantado próximo à Represa Billings e fica dentro da Área de Proteção Ambiental Bororé-Colônia. 
Horário de funcionamento:
8 às 18h 
Recursos:
 PlaygroundCampo de futebol Acessibilidade  Trilha Programação cultural
Telefones:
(11) 5933-3015
Localização:
Rua Irmã Maria Lourença, 250, Grajaú, São Paulo, SP
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quarta-feira, 13 de abril de 2016

Parque da Juventude em São Paulo (Revisitado e informações atualizadas)

Situado na zona norte da capital paulista, o Parque da Juventude tem uma área total de 240.000 , anteriormente ocupada pela Casa de Detenção do Carandiru. Foi inaugurado em setembro de 2003, tendo a data de conclusão das 3 etapas, que o constitui hoje, em 2007. É dividido nas seguintes áreas: Institucional (Escolas Técnicas-Etecs e Biblioteca), Central (Bosques, Gramados, Ruínas, etc.) e Esportiva (Quadras Poliesportivas, Pistas de Skates, etc.).
Horário de funcionamento:
6h às 22h (Área Esportiva) e 6h às 18h (Área Central) e 9h30 às 18h30h (Terças aos domingos na Área Institucional - Biblioteca SP)
Recursos:
  Quadra poliesportiva   Campo de futebol   Playground   Trilha   Estacionamento   Ciclovia   Programação cultural
Telefone:
     (11) 2089-8600    
Localização:
Avenida General Ataliba Leonel, 500, Av. Cruzeiro do Sul, 2630 ou Av. Zachi Narchi, 1309, Santana, SP
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quinta-feira, 31 de março de 2016

Praça Vinícius de Moraes em São Paulo (Revisitada e com informações atualizadas)

Situada no bairro do Morumbi na zona oeste de São Paulo, próxima ao Palácio dos Bandeirantes e ao Hospital Albert Einstein, a Praça Vinícius de Moraes, que foi criada nos anos 1960 e tem cerca de 100.000 m² de área, é muito agradável com muitas árvores, pequenos lagos (cobertos inteiramente pela vegetação) e algumas poucas facilidades para o público. 

sábado, 19 de março de 2016

Outono - Características climáticas e flora da estação

O Outono iniciou-se a 01h30 do dia 20 de março de 2016. Sendo uma estação de transição entre o verão e inverno, verificam-se características de ambas, ou seja, mudanças rápidas nas condições de tempo, maior freqüência de nevoeiros e registros de geadas em locais serranos das Regiões Sudeste e Sul. 

Nota-se uma redução das chuvas em grande parte do País, com o registro dos maiores totais de chuva, superiores a 700 mm, no extremo norte das Regiões Norte e Nordeste e no leste do Nordeste, onde se inicia o período mais chuvoso. No restante do País, predominam totais de chuva entre 150 mm e 400 mm. 

Nas Regiões Sul, Sudeste e parte da Região Centro-Oeste do Brasil, as temperaturas tornam-se mais amenas devido à entrada de massas de ar frio, com temperaturas mínimas que variam entre 12ºC a 18ºC, chegando a valores inferiores a 10ºC nas regiões serranas. Nestas mesmas áreas, as temperaturas máximas oscilam entre 18ºC e 28ºC. Nas Regiões Norte e Nordeste, as temperaturas são mais homogêneas: a mínima variando em torno de 22ºC, e a máxima variando entre 30ºC e 32ºC.

Quanto a flora da estação, de acordo com a paisagista Gigi Botelho, nesta época do ano é melhor optar por plantas como camélia, antúrio, bela-emília, copo-de-leite e margarida. “Com o início do outono, começa um novo ciclo no jardim. As plantas começam a se preparar para repousarem no inverno, ou seja, guardam energia para que durante a primavera possam florescer e dar frutos”. Outras flores também se dão bem nessa estação, como a orquídea cymbidium, astroméria, gypsophila, lírio, lisianto, cattleya violácea, estrelitzia, boca de leão, gérbera e flor de ervilha, entre outras. 

Vejam fotos sobre algumas das plantas que florescem no outono ("clique" em qualquer uma das fotos e será aberto, automaticamente, o modo de exibição "Tela Cheia" de seu computador. Por meio de suas teclas "Setas" (➡⬆⬅), você pode visualizar nesse modo de exibição, todas as fotos em boa resolução).



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OBS.: Informações sujeitas a mudanças e alterações.
Fonte dos textos: Website do CPTEC (http://clima1.cptec.inpe.br/estacoes/) e Delas (http://delas.ig.com.br/). 
Fotos: Áreas Verdes das Cidades, Getty Images, Eduardo César e Emma Lynch.
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