sábado, 23 de julho de 2016

Aproveite a Ciclofaixa de Lazer aos domingos para visitar 3 parques da região central de São Paulo


Você pode aproveitar os domingos para visitar pedalando 3 parques da região central de São Paulo - Parque do Ibirapuera, Parque do Povo (Itaim Bibi) e Parque das Bicicletas (Moema) - utilizando uma das Ciclofaixas de Lazer, iniciativa da Prefeitura que separa uma faixa das ruas para o uso exclusivo de bicicletas - as Ciclofaixas de Lazer.

A sugestão do site Áreas Verdes das Cidades é que você saia do Parque do Povo e siga até o Parque do Ibirapuera e, se estiver no pique, vá até o Parque das BicicletasAs vias são na grande maioria planas e o trajeto pode durar cerca de 40 minutos para chegar. Mas o tempo da viagem você decide! 

As Ciclofaixas de Lazer funcionam das 7h às 16h e têm sinalização própria, pintura no asfalto, além de cones entre a faixa para bicicletas e as demais para carros que garantem mais segurança. A velocidade máxima para automóveis também é reduzida durante o funcionamento.

Não se preocupe muito com o caminho, pois há sinalização (principalmente pintada na via) para o trajeto até os parques. Se quiser confira no mapa as ruas pelas quais irá passar ou veja na descrição abaixo.

Pela ciclofaixa, o trajeto tem 4,5 km (Parque do Povo ao Parque do Ibirapuera – Portão 7 -Avenida República do Líbano com rua Professor Filadelfo de Azevedo), e leva em média 30 minutos. Do Parque do Povo diretamente para o Parque das Bicicletas, cerca de 4,3 km. Entre os parques do Ibirapuera e das Bicicletas o percurso é de 1,5 km (15 minutos).

As principais vias são a Avenida Henrique Chamma  (Parque do Povo), Avenida Chedid Jafet, Rua Funchal, Rua Gomes de Carvalho, Rua Olimpíadas, Rua Fiandeiras, Avenida Brigadeiro Faria Lima, Avenida Helio Pellegrino e no cruzamento da Rua Inhambu com a Avenida República do Líbano você pode optar: à esquerda, o Parque do Ibirapuera, e à direita, o Parque das Bicicletas.

Não se esqueça, menores de 12 anos devem ir acompanhados de responsáveis.


Os parques permitem o uso de bicicletas, então aproveite para conhecê-los pedalando.
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OBS.: Informações e programações sujeitas a mudanças e alterações.
Crédito da foto: "Eu Vou de Bike.com".
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Ver mapa do percurso:

Por Letícia Jardim Guedes - Redação Áreas Verdes das Cidades

sábado, 16 de julho de 2016

Conheça os 10 parques de SP com pistas exclusivas e áreas para skate


O site “Áreas Verdes das Cidades” relacionou 10 parques da região metropolitana de São Paulo com pistas especiais para a prática de skate - e outras áreas que se tornaram sinônimas do esporte, como a marquise do Parque do Ibirapuera.

O recém inaugurado Parque Municipal Chácara do Jockey, no Butantã, zona oeste, tem o maior skate parque de São Paulo e é capacitada inclusive para receber competições internacionais. Todo o traçado das pistas foi projetado em parceria com a Federação Paulista de Skate. A área de street, pista com obstáculos como corrimões, paredes inclinadas e escadarias, possui 965m². Já a Bowl, pista em formato de piscina no modelo quadribanks, conta com uma área de 400m².

Um dos parques mais frequentados pelos skatistas é o Parque Zilda Natel, ao lado da estação do metrô Sumaré (zona oeste da capital). Há uma grande variedade de pistas: com obstáculos de street, bowl e half pipe.

No Ibirapuera (região central), a marquise do parque, ao lado do MAM ( Museu de Arte Moderna), está sempre cheia de skatistas aproveitando o chão liso de concreto para treinar suas habilidades.

O Parque Jacuí, no bairr
o União Vila Nova (zona leste), oferece uma super pista com bowl e half pipe, fique atento ao horário de fechamento do parque: às 17h.

No Parque Estadual Cândido Portinari, na zona oeste, dá para praticar downhill na pista de skate asfaltada.

Outro lugar procurado pelos skatistas é o Parque Independência (zona sul), mas cuidado: só há permissão na parte inferior (Praça do Monumento), entrando pela Rua dos Patriotas em direção ao Monumento à Independência.

Também na zona sul está Parque do Cordeiro ou Martin Luther King com pistas half pipe.

Na zona norte da capital, o Parque da Juventude atrai muitos skatistas pois tem uma das melhores pistas da cidade.

Região Metropolitana de São Paulo

Na cidade de Carapicuíba, o Parque Gabriel Chucre tem uma ampla área para o skate (foto) e em Guarulhos está o Bosque Maia com half pipe, obstáculos de street e bowl.

Por Letícia Jardim Guedes - Redação Áreas Verdes das Cidades

quinta-feira, 14 de julho de 2016

"Dicas" para visitar uma área verde urbana (parque/praça)

Antes de sair para visitar uma área verde (parque/praça), tome algumas precauções e leve:
  • Boné e filtro solar nos dias ensolarados, especialmente para as crianças;
  • Óculos para Sol;
  • Garrafas d'água, pois nem todos têm lanchonetes e em alguns nem ambulantes nas proximidades;
  • Máquina fotográfica, celular ou filmadora para registrar o passeio;
  • Binóculos, especialmente para os aficionados por pássaros e que curtem "passarinhar" ("birdwatching");
  • Um cadeado para quem vai de bicicleta, deixando-a em algum "paraciclo" em parques em que não são permitidas circularem;
  • Repelente para insetos, especialmente, em parques com trilhas mais "fechadas" pela vegetação e 
  • Caso vá levar seu cachorro (confira se há restrição no local), não esqueça de sacos adequados para colocar os dejetos do animal.
É recomendável:
  • Utilizar o campo "Pesquisar" do site Áreas Verdes das Cidades (www.areasverdesdascidades.com.br) para assuntos/locais de seu interesse (por exemplo, em que parques há ciclovias, orquidários, piscinas, etc.);
  • Ver no "box" que consta das publicações/resenhas do site a "localização" da área verde a ser visitada, acessando o botão "Ver no mapa" para traçar seu roteiro;
  • Conferir o horário de funcionamento do parque;
  • Verificar no site se há estacionamento para veículos no parque escolhido (são poucos os parques que os possuem) e caso vá de transporte coletivo, veja as linhas que atendem o local;
  • Ver se há algum tipo de restrição no local para passear com animais, usar bicicletas, skates, etc;
  • Conferir a programação cultural e esportiva no parque, pois pode haver algo que lhe interesse e "curta";
  • Observar o item "Vale a pena", que assinala as atrações recomendadas pelo site e
  • Contatar a administração do parque (há quase sempre um telefone), caso tenha alguma dúvida.

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Confira os parques para passear com seu cachorro em São Paulo

Crédito foto: Graziella Poffo
A grande maioria dos parques da cidade de São Paulo permitem cães, contanto que estejam em suas guias (focinheiras para os mais bravos). Alguns têm até mesmo áreas separadas para cachorros - os cachorródromos - em que o animal pode ficar solto, como a Parque Buenos Aires, o Parque do Ibirapuera (região Central), o Ceret (zona Leste) e o Parque da Juventude (zona norte).

Desde o ano passado, a Prefeitura de São Paulo permite animais de pequeno porte (em caixas próprias para transporte) nos ônibus municipais, o que facilita sua ida aos parques. Em cada parque visitado, o Área Verdes das Cidades indica os ônibus para chegar aos locais.


Benefícios para os animais de estimação e para você

Segundo o blog Meus Animais,  os passeios são benéficos para manter a forma, pois queimam calorias e exercitam suas articulações. Os cães 
sofrem menos de hiperatividade, ansiedade ou estresse devido ao gasto de energia.

Você poderá notar que a ligação entre ele e você vai se reforçar. Tem-se demonstrado que os cães que saem para uma caminhada com os donos, tornam-se mais sociáveis com os seres humanos e com outros cães. 

Cuidados
Caso o cachorro seja um pouco temperamental ou tenha dificuldade de conviver com estranhos, certifique-se das condições do local que visitará - um local com muitas crianças pede atenção redobrada.

Não se esqueça da sacolinha plástica para recolher a sujeira que seu bicho fizer.

O Áreas Verdes das Cidades relacionou os parques em que você pode passear com seu bichinho sem problemas. Confira abaixo:

Áreas com locais determinados para socialização dos animais - Cachorródromos

Região Central

Higienópolis
Vila Mariana


Zona Leste 

Vila Formosa

Zona Norte

Carandiru

Parque com restrições de locais

Zona Norte

Vila Chica Luiza


Parques em que não há restrições para animais domésticos, desde que estejam em guias ou focinheiras (para os maiores ou bravos)


Região Central

Cerqueira César




Zona Sul

Campo Limpo

Capão Redondo
Capela do Socorro
Chácara Monte Alegre
Cidade Dutra
Jabaquara

Jardim Ângela

Jardim Itacolomi
Jardim Herculano
Jardim Guarapiranga
Morumbi
Vila Guarani
Zona Leste 

Itaquera
Jardim das Oliveiras
Tatuapé
Vila Curuçá Velho – Itaim Paulista
Vila Jaguara
Por Leticia Jardim Guedes - Redação Áreas Verdes das Cidades

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Conheça os parques que permitem bicicletas na cidade de São Paulo


Não são todos os parques da cidade de São Paulo que permitem bicicletas. O Áreas Verdes das Cidades listou, dentre os locais já visitados pelo site, os parques em que você pode pedalar.

Condicionamento físico e redução do stress
Os benefícios de um passeio de bicicleta são muitos. “Como atividade aeróbica, gera perda de peso, ajuda a equilibrar a pressão e os níveis de triglicérides. Também trabalha equilíbrio e confiança, além de relaxar e combater o stress. Praticada com bom senso e na medida de forma física de cada um, a atividade quase não tem restrições”, diz o treinador de corrida e ciclismo Marcos Pereira em entrevista ao site IG.

domingo, 26 de junho de 2016

Parque Municipal Chácara do Jockey em São Paulo

O Parque Municipal Chácara do Jockey, visitado num domingo, fica localizado no Butantã, zona oeste da cidade de São Paulo. Foram projetadas duas intervenções na antiga área que pertencia ao Jockey Clube de São Paulo, sendo que a primeira etapa foi inaugurada em 30 de abril de 2016. O parque, ainda em desenvolvimento para o final do projeto, tem no seu total 143.500 metros quadrados de área e já reúne várias atrações.
Horário de funcionamento:
6h às 18h 
Recursos:
  Quadra poliesportiva  PlaygroundCampo de futebol AcessibilidadeProgramação culturalTrilha
Telefone:
Ainda não há 
Localização:
Rua Santa Crescência, 323, Av. Prof. Francisco Morato, altura do nº 5257 e Av. Pirajussara, altura do nº 4748, Butantã, São Paulo, SP
Ver no mapa

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Inverno: Aproveite bibliotecas, museus e espaços de convivência nos parques da região metropolitana de São Paulo

Biblioteca Parque Villa-Lobos

O inverno começou no dia 20 de junho às 19h34 e as temperaturas devem ficar próximas da normalidade a ligeiramente acima da média durante a estação - de 6°C (nas regiões mais altas) a 20°C - e tempo seco no Sudeste do país, segundo o Climatempo. E os parques não deixam de ser uma opção de lazer para toda a família, apesar das temperaturas frias.

Além da prática de exercícios físicos, os parques também oferecem atividades culturais e divertidas em suas instalações cobertas como bibliotecas, museus e espaços de convivência para todas as idades.

Conheça alguns dos parques com atividades regulares em locais fechados (confira a programação antes de sair de casa):


Bibliotecas
O parque tem a Biblioteca Raul Bopp, gerida pela Secretaria Municipal de Cultura,que conta com um acervo de 31.000 exemplares de livros didáticos, dicionários, enciclopédias, jornais, revistas, mapas, multimídia, etc. 


A Biblioteca de São Paulo, espaço administrado pela Secretaria de Estado da Cultura, conta com mais de 35 mil obras em seu acervo. Inaugurada em 8 de fevereiro de 2010, mantém obras também em braille, audiolivro, ebooks, kindles, DVDs, CDs, além de jogos. Disponibiliza, ainda, mais de 90 computadores para o público acessar a internet (gratuitamente, durante 120 minutos diários), filmes, músicas e jogos eletrônicos. Conta com várias áreas de convivência, relaxamento e leituras.
A Biblioteca dispõe de mobiliário especial para cadeirantes e equipamentos para auxiliar a leitura dos deficientes visuais: lupa eletrônica, computadores com leitores de tela, mesa de altura regulável e adaptável. Destaque para o Poet Scan, em que é possível escanear páginas de livros, e lê-las no ritmo desejado (maior ou menor velocidade) e acompanhar o texto em braile.

A pequena biblioteca tem seu "bosque da leitura", promovido pela Secretaria Municipal da Cultura da Prefeitura de São Paulo. 


Biblioteca Parque Villa-Lobos (BVL) tem um bom acervo de livros, além de acesso à internet e rede WiFi por computadores, auditório para 200 lugares, acessibilidade e equipamentos de tecnologia assistiva, sala de jogos, etc. Há programação cultural para todas as idades: atividades permanentes, oficinas, cursos, eventos, exposições, saraus, etc.

Museus
 Abriga o Museu Florestal, o Núcleo de Educação Ambiental e a Estação Vida.


Você pode visitar o Museu Botânico.


Estão disponíveis os museus MAM, Museu Afro Brasil e MAC.


Casa do Grito e Monumento à Independência e a Cripta Imperial  podem ser visitadas. O Museu Paulista (conhecido como Museu do Ipiranga) está fechado para reformas.


Conheça o Museu de Meio Ambiente e Centro de Convivência e Cooperativa (CECCO), que é gerenciado pela Secretaria Municipal da Saúde.


O Museu do Tietê tem como principal objetivo contribuir para o ensino voltado para a cidadania, preservando e fornecendo para a população a possibilidade de pesquisa, estudo e apreensão da cultura. O parque abriga, também, um Centro de Recuperação de Animais Silvestres (CRAS).


Atividades diversas
Há várias atrações no local. O Aquário, Casa do Caboclo, Arena, Espaço para jogar Xadrez, Biblioteca, Espaço Leitura, Espaço Melhor Idade e Multiuso, Pergolados e o Museu Geológico.


Num prédio onde na década de 1930 era o "reformatório das meninas", está instalada agora a Fábrica de Cultura Parque Belém. O edifício está estruturado em vários espaços, para receber atividades culturais, tais como dança, teatro, música, circo, xadrez, além de ter salas de múltiplo uso, artes plásticas, facilitando inclusive a criação de outras atividades.


O parque tem uma brinquedoteca para crianças até 8 anos, o Museu do Lixo, com o que parte da população joga nas ruas, rios e na própria represa. Visa conscientizar as crianças e sensibilizar os adultos a partir do acervo do lixo recolhido no reservatório e que chega a represa por meio de rios e córregos vizinhos. Visite a Biblioteca Noêmia Alves de Siqueira, inaugurada em 2000, conta com cerca de 8.000 títulos catalogados.

Região Metropolitana de São Paulo 
O centro chamado Oficina de idéias realiza oficinas de reciclagem e reaproveitamento de materiais e também a exibe filmes sobre o tema. Há ainda o Biotério (necrotério e taxidermia de animais), Estufas e uma sala de cursos para 50 pessoas. 


O Ecomuseu, criado em 2010, tem como objetivo resgatar, valorizar, divulgar a riqueza cultural e biológica e o desenvolvimento tecnológico. O local é aberto a crianças a partir de 7 anos, com prioridade para escolas municipais, estaduais, seguida das particulares. 
Há também uma Sala Verde, que é um espaço dotado de biblioteca, videoteca e computador ligado à rede de Internet, que permite aos usuários realizar pesquisas e elaborar trabalho sobre temas ambientais.

Visite o Centro de Convivência e Cultura (CECO) e o Museu da Natureza.

Por Letícia Jardim Guedes - Redação do Áreas Verdes das Cidades


terça-feira, 14 de junho de 2016

17 de junho – Dia Mundial do Combate à Desertificação e à Seca

(Foto da  UNCCD - Crianças de Lesoto plantam árvores sob o tema de combate à desertificação)
No dia 17 de junho, comemoramos o Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca. A data foi escolhida pela Assembleia-Geral da ONU em 1994, quando iniciou uma convenção sobre estes graves problemas que atingem pelo menos um quinto da população do planeta em mais de cem países.

A seca e a desertificação (perda da capacidade de renovação biológica das zonas áridas, semiáridas e subúmidas) provocam uma situação dramática de fome, morte, guerra e deslocamentos de população: em termos mundiais, 135 milhões de indivíduos correm o risco de ter de se deslocar de sua zona de origem para outra em melhores condições, segundo a ONU (Organização das Nações Unidas).

Além da segurança alimentar, a proteção e a regeneração das zonas áridas é fundamental para o desenvolvimento econômico mundial e a preservação da Terra.

Neste Dia, reafirmemos a nossa determinação de combater a desertificação e a degradação dos solos e de atenuar os efeitos da seca e reconheçamos que cuidar dos nossos solos significa cuidar de toda a vida na Terra.

O que você pode fazer
  • Apóie e participe de iniciativas e ações contra a destruição da caatinga e ajude a recuperar áreas de mata ciliar (beira de rios e nascentes) com espécies nativas;
  • Informe-se sobre a origem do carvão e da lenha consumida em padarias, pizzarias e churrascarias. O carvão e a lenha legalizados são produzidos de forma sustentável, através de manejo florestal. Priorize os locais que utilizem carvão e lenha legalizados. Toda retirada de madeira deve ser comunicada aos órgãos ambientais, denuncie a atividade ilegal;
  • Compre móveis feitos com madeira certificada pelo FSC (certificação florestal). Esse selo é a garantia que a madeira é oriunda de um processo produtivo ecologicamente adequado e socialmente justo, seguindo todas as leis vigentes;
  • Informe-se sobre habitações ambientalmente corretas, que aproveitam água da chuva, reutilizam água cinza, usam energia solar ou eólica e técnicas de iluminação e ventilação natural, essas informações podem ajudá-lo a adaptar a sua casa;
  • Utilize mais o transporte coletivo e a bicicleta, que poluem menos e contribuem menos para o aquecimento global. Se for usar o carro, utilize combustíveis de transição, como o álcool e o biodiesel e faça manutenção periódica;
  • Pressione os governos a investirem mais na produção de energias renováveis e eleja os que possuem discurso e prática ambientais;
  • Consuma de forma consciente: planeje suas compras, compre menos e melhor. Use só o necessário, reflita sobre suas reais necessidades. Reutilize produtos, separe materiais recicláveis e certifique-se de que o seu lixo está tendo uma destinação correta;
  • Opte por produtos ecológicos e que tenham embalagens retornáveis ou recicláveis, isso reduz o consumo da matéria-prima e o impacto do processo de fabricação.
  • Rejeite produtos com embalagens excessivas e sacolas plásticas, leve bolsas e sacolas próprias para as compras.
O que as empresas podem fazer
  •  Seguir rigorosamente as instruções normativas quanto à redução de emissão de poluentes;
  • Manter áreas vegetadas de sua propriedade, criar Reservas Particulares do Patrimônio Natural e incentivar a proteção das florestas;
  • Seguir os princípios da Responsabilidade Social Empresarial;
  • Apoiar o desenvolvimento de pesquisas que busquem soluções sustentáveis;
  • Utilizar energias limpas e deixar de queimar madeira e lenha;
  • Neutralizar suas emissões de gás carbônico;
  • Optar por arquitetura sustentável que utilize de forma eficiente iluminação e ventilação natural, reaproveitamento de água, etc.;
  • Substituir a energia poluente (petróleo, nucleares e grandes hidrelétricas) por energia sustentável (solar, eólica, pequenas hidrelétricas, biogás) e pressionar os governos a investirem mais nessas energias. 
(Fonte: Web site http://www.acaatinga.org.br/)


África
A verificação do problema da desertificação começou na década de 1970 na África, especialmente na região semiárida, ao sul do deserto do Sahara, conhecida como Sahel. A situação se caracterizava pela pobreza, fome e destruição de recursos naturais vitais (água, vegetação e solo).

Como a desertificação também se estende a todos os outros continentes (com exceção da Antártica), principalmente em países com clima árido e semiárido, parte da comunidade internacional começou a encarar a desertificação como um problema em escala mundial.

Na Conferência Internacional sobre o Meio Ambiente Humano (Estocolmo, 1972) foram discutidos inúmeros temas relativos ao meio ambiente, incluindo a catástrofe africana, representada pela grande seca do Sahel (1967-1970) e os decorrentes problemas de desertificação.

Em 1977, foi criado o Plano de Ação Mundial contra a Desertificação na Conferência das Nações Unidas sobre Desertificação (Nairóbi, Quênia). Apesar de uma maior conscientização sobre o problema, somente na Rio-92 (Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento) iniciou-se as negociações para formalizar a Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação nos Países Afetados por Seca Grave e/ou Desertificação, particularmente na África (UNCCD).

A UNCCD entrou em vigor em 26 de dezembro de 1996. Hoje, 193 países são partes da Convenção. A principal obrigação desses países é elaborar um Programa de Ação Nacional de Combate à Desertificação, conhecido por PAN.

Brasil
O Brasil tornou-se parte da UNCCD em 25 de junho de 1997. Nas regiões secas do país se observou um avanço na desertificação devido à ocupação humana e à exploração dos recursos naturais, provocando a degradação da terra, a perda da cobertura vegetal nativa e a redução da disponibilidade de água.

As áreas suscetíveis à desertificação envolvem 11 estados, têm uma área de 1.340.000km² e uma população aproximada de 35 milhões de habitantes. 

Desde 2004, com a criação do Insa (Instituto Nacional do Semiárido), o Brasil tem um órgão especial para cuidar do combate à desertificação. Em 31 de julho de 2015 foi sancionada pela presidente Dilma Roussef a Lei nº 13.153/ 2015 que institui a Política Nacional de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca, baseada no PAN-Brasil elaborado em 2005. A política inclui medidas como uso de mecanismos de proteção, preservação, conservação e recuperação dos recursos naturais.
(Foto do site http://www.acaatinga.org.br/)


Fontes: Ministério do Meio AmbienteInsa e UNCCD

Por Letícia Jardim Guedes - Redação do Áreas Verdes das Cidades