sexta-feira, 19 de maio de 2017

Museu ao ar livre Felícia Leirner em Campos do Jordão

museu felicia leirner
O Museu ao ar livre Felícia Leirner, visitado numa terça-feira, fica na cidade de Campos do Jordão (SP) e reúne esculturas dessa artista que, nascida na Polônia, viveu entre 1904 e 1996 e esteve radicada no Brasil desde 1927. Um conjunto de 85 obras de Felícia Leirner, de bronze, cimento branco e granito, está distribuído ao ar livre, sobre gramado e à beira de alamedas, no jardim do espaço que divide com o Auditório Claudio Santoro, sede do Festival Internacional de Inverno compreendendo uma área de mata com 35 mil m² de extensão.



Horário de funcionamento:
9 às 18h, de terça à domingo
Recursos:
        Trilha   Lanchonete   Estacionamento
Telefone
(12) 3662-6000
Localização:
Av. Dr. Luís Arrobas Martins, 1880, Campos do Jordão
Ver no mapa

Para saber o valor dos ingressos, consulte o telefone citado no box ao lado, que também dá informações gerais sobre o local.

Para chegar ao local de transporte público, a "Viação na Montanha" disponibiliza a extensão de quatro linhas de ônibus até o local, aos finais de semana. Para outras informações, o contato da empresa de transporte é (12) 3664-6699 ou 3662-2909.
Para chegar lá de carro, vá ao box ao lado e acesse ao link "Ver no mapa", traçando seu roteiro.
Há estacionamento gratuito para veículos. 

Previsão do tempo para Campos do Jordão veja aqui.

Infraestrutura
Na disposição das obras no espaço do jardim, a critério da própria artista, as esculturas estão agrupadas pelas fases da trajetória de Felícia Leiner: figurativa (1950-1958), a caminho da abstração (1958-1961), abstrata (1963-1965), orgânica (1966-1970) e recortes na paisagem (1980-1982). área de aproximadamente 35.000 m², onde estão sediados o Museu Felícia Leirner e o Auditório Claudio Santoro, é um importante remanescente de Mata Atlântica em Campos do Jordão.

Estudo promovido em 2011 pela ACAM Portinari concluiu que o local apresenta uma rica diversidade biológica, com espécies de animais ameaçados de extinção, e a necessidade de atividades de preservação e manejo. Com base nesse estudo, o Museu irá direcionar sua ação ambiental no sentido de ampliar a proteção e valorização do ecossistema, fortalecendo-se como parceiro de unidades de conservação e referência em comunicação ambiental sobre a região e integrando-se ao mosaico de florestas preservadas com manejo que inclui proteção da biodiversidade e recuperação de áreas degradadas.

Flora
No que diz respeito à flora, o levantamento constatou a existência de pelo menos 110 espécies de plantas fanerógamas, entre elas árvores, arbustos, ervas e epífitas como orquídeas, samambaias, bromélias e cactos. Algumas árvores mediram cerca de 25 metros de altura, incluindo robustas araucárias que tornam a paisagem ainda mais exuberante.

Fauna
Quanto à fauna, foram identificadas pelo menos 92 espécies de aves, 19 delas endêmicas de Mata Atlântica, entre elas a saracura-do-mato, rabo-branco, beija-flor-de-topete, tucano-do-bico-verde, tangará, e 3 espécies ameaçadas de extinção: águia-cinzenta, jacu e papagaio-do-peito-roxo. Para mamíferos, foram detectadas 10 espécies: gambá-de-orelha-preta, tamanduá-mirim, gato-do-mato, jaguatirica, suçuarana, quati, veado, esquilo, ouriço e capivara. Há também anfíbios, répteis e muitas espécies de invertebrados.

Objetivos gerais do museu são:
  • Realizar a preservação e comunicação da obra de Felícia Leirner; 
  • Divulgar conhecimentos sobre artes plásticas, em especial escultura; 
  • Desenvolver atividades de expressão e fruição musical; 
  • Promover ações de conservação do patrimônio ambiental no município e região e 
  • Fomentar na comunidade a valorização dos vários elementos patrimoniais. 

Sinopse histórica
Museu Felícia Leirner está instalado, desde 1978, em Campos do Jordão/SP, tendo sido oficializado em 2001, pelo Decreto estadual nº 46.466. Reúne esculturas dessa artista que, nascida na Polônia, viveu entre 1904 e 1996 e esteve radicada no Brasil desde 1927.
O Museu foi considerado um dos mais importantes do gênero, no mundo, pela Revista Sculpture, do International Sculpture Center, de Washington D. C. (EUA), em 1987

A área expositiva é composta por vários passeios que formam um circuito onde o visitante pode caminhar observando as esculturas e, ao mesmo tempo, a natureza. A disposição das obras permite uma forte interação, fazendo com que as pessoas sintam a mensagem da artista em cada uma de suas esculturas. A preservação e a difusão do legado da artista plástica Felícia Leirner é uma das principais preocupações dos equipamentos.

A patronesse da instituição nasceu em Varsóvia (Polônia), em 1904. Veio para o Brasil, país que adotou como pátria, em 1927. Comovida pela morte de seu companheiro Isai Leirner, em 1962, trocou a cidade de São Paulo por Campos do Jordão, para viver de forma simples e despojada, junto à natureza. A partir de 1978, quando o Museu Felícia Leirner foi inaugurado, passou a dedicar seus últimos anos de vida a ampliar a coleção que pode ser vista atualmente. Em 1982, concluiu sua produção para o Museu. Faleceu em 1996, aos 92 anos, na casa de São Paulo.

Dividindo a área com o Museu Felícia Leirner está o Auditório Cláudio Santoro, inaugurado em 1979, tem capacidade para receber até 814 espectadores e conta com equipamentos de acessibilidade, como rampas, elevador para cadeirantes e banheiros adaptados. O palco possui um fosso para orquestra e, nos bastidores, amplos camarins, salas de ensaio e área técnica. O saguão de entrada conta com um lounge e café.

A área onde estão sediados os equipamentos, é um importante remanescente de Mata Atlântica. Um estudo realizado em 2011, concluiu que o local apresenta uma rica diversidade biológica, que inclui espécies de animais ameaçados de extinção. Com base nesse estudo, as instituições direcionam suas ações ambientais, fortalecendo-se como parceiras de unidades de conservação e como referências em comunicação ambiental sobre a região, se integrando ao mosaico de florestas protegidas, manejo, proteção da biodiversidade e recuperação de áreas degradadas

Os sanitários existentes estavam limpos e bem cuidados no dia da visita. 

Há uma boa lanchonete onde se pode comprar alimentos e bebidas e até fazer uma refeição mais completa.

Não há restrições para animais domésticos, desde que os cães estejam em guias ou no colo. Não são permitidas "bicicletas" ou "skates" no interior da área, sendo proibidos.

O Museu e o Auditório oferecem uma programação mensal diversificada. As atividades podem ter a condução da equipe de educadores das instituições ou de profissionais contratados. O museu oferece ao público o acompanhamento na visita por profissionais preparados para desempenhar essa função educativa. O acompanhamento acontece para o público espontâneo e/ou organizado (mediante agendamento).

O Museu possuí espaços adaptados que permitem o deslocamento do público deficiente ou com mobilidade reduzida, como corrimãos e elevadores. Há também, no espaço, vagas de estacionamento especificas para esse público.

Vale a pena
  • Percorrer tranquilamente as pistas, observando atentamente as obras da escultora e a variedade de flora do local;
  • Assistir a um evento musical no Auditório Cláudio Santoro que tem uma acústica aprimorada;
  • Observar de um mirante existente a paisagem do entorno, incluindo a famosa "Pedra do Baú" e
  • Participar de visita monitorada sob a direção de profissional preparados para tal pela gestão do local.
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OBS.: Informações e programações sujeitas a mudanças e alterações.
Fontes textos: Website do Museu Felícia Leirner (http://www.museufelicialeirner.org.br) e Wikipedia (http://www.wikipedia.org
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Veja vídeo produzido durante a visita:

A seguir, veja fotos tiradas no parque no dia da visita (Atenção! Ao "clicar" em qualquer foto, abre-se, automaticamente, o modo de exibição "Tela Cheia" de seu computador e por meio de suas teclas "Setas" (➡⬆⬅), podem ser visualizadas todas as fotos tiradas do parque).

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