terça-feira, 22 de novembro de 2016

Parque Henrique Lage no Rio de Janeiro

O Parque Henrique Lage, visitado pelo Áreas Verdes das Cidades numa sexta-feira, fica localizado no bairro do Jardim Botânico no Rio de Janeiro. Ocupa uma área de 520.000 m², tendo uma grande área verde com um bonito palacete ao centro. Os jardins frontais são gramados e os laterais compostos de imensa floresta entremeada por plantas e flores, por onde passeia-se por caminhos pitorescos, passando por uma pequena ponte, ala de palmeiras e até um aquário em forma de pequena caverna. O local abriga também a Escola de Artes Visuais (EAV)Desde 2004, o Parque Lage é parte do Parque Nacional da Tijuca, sob a administração do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.
Horário de funcionamento:
8h às 17h (18h no horário de verão) 
Recursos:
    PlaygroundAcessibilidadeProgramação culturalTrilha
Contatos:
(21) 3257-1800/1840; EAV: (21) 2334-4088
Localização:
Rua Jardim Botânico, 414, Jardim Botânico, Rio de Janeiro (RJ)
Ver no mapa

Como chegar ao local
Há muitas linhas de ônibus que servem o Jardim Botânico, entre as quais as de números 581 - Circular, 548 - Metrô Botafogo, 101 - Jardim de Alah, 538 - Leme, 105 - Alto Gávea, 2014 - Rodoviária, 775 - Gávea e 751 - Charitas (Niterói).
Para saber sobre linhas de ônibus, fornecendo origem e destino, consulte o site da Rio Ônibus (clique aqui).
De carro vá ao box ao lado e clique em "Ver no mapa", traçando seu roteiro.

Há um pequeno estacionamento para veículos no interior do parque, mas só para a administração e os alunos da EAV. Por isso, estacione em ruas próximas, cientificando-se quanto à sinalização do trânsito ou melhor ainda, sugerimos utilizar o transporte público ou táxis.

Para saber a previsão do tempo para a cidade do Rio de Janeiro, clique aqui.

Infraestrutura
Possui um palacete em estilo romano, onde fica a EAV, e um jardim frontal geométrico. Os jardins laterais, ao contrário deste que é gramado e descampado, é composto de densa vegetação, formando uma verdadeira floresta de árvores. Há sanitários (limpos no dia da visita), jardins construídos nos moldes europeus, chafariz e bancos para descanso. O Parque possui, ainda, um Aquário em argamassa, o qual imita pedras e troncos de árvores; uma edificação da Cavalariça em estilo neogótico; pontes; bancos; quiosques e uma gruta compõem a beleza artística da obra do parque. Há caminhos de saibro que levam os visitantes a determinados locais com vegetação abundante e a um lago, este último conhecido como “Lago dos patos”. Para as crianças há espaços com brinquedos como balanços, gangorras e escorregadores e para os praticantes de trilhas há a grande atração que os levam ao Corcovado, cruzando as florestas do Parque Nacional da Tijuca. Essa trilha, entretanto, é de grau de dificuldade alta e exige esforço físico, não sendo recomendada para iniciantes. Em cerca de duas horas e meia de subida, os aventureiros subirão cerca de 600 metros. O esforço é compensado com uma vista maravilhosa. Recomenda-se ir pela trilha em grupo por questão de segurança, pois é bem erma.


Flora
Como faz parte do Parque Nacional da Tijuca, sua flora é muito diversificada. Há palmeiras, jaqueiras, caetés, helicônias, murici, ipê-amareio, ipê-tabaco, angicos, caixeta-preta, cambuí, urucurana, jequitibá, araribá, cedro, ingá, açoita-cavalo, pau-pereira, cangerana, canelas, camboatá, palmito, brejaúba, samambaiaçus, quaresmeiras, caetés, pacovas, líquens, musgos, orquídeas e bromélias.

Fauna
Nas imediações do palacete há nas proximidades das pistas de pedestres, saguis, arapongas, beija-flores, entre outras espécies. Na mata propriamente dita ocorrem numerosos insetos, aranhas e outros artrópodes; cobras como caninanas, corais, jararaca e jararacuçus; lagartos como calangos, iguanas e teiús; aves como saíras, rendeiras, tangarás, gaviões, urubus, urus, jacupembas e inhambus-chintã; mamíferos como sagüis, macacos-prego, cachorros-do-mato, quatis, guaxinins, pacas, ouriços-coendu, caxinguelês, tapitis, tatus, tamanduás-mirim, gambás, entre outros. 

Mapas gratuitos indicando as atrações do Parque Lage são distribuídos no seu Centro de Visitantes (Cavalariças).

Há um restaurante/cafeteria no interior do parque, que vende bebidas e alimentos num ambiente agradável à beira da piscina do palacete existente.

No tocante à segurança geral do local, observamos alguns poucos vigias percorrendo-o, transmitindo tranquilidade aos visitantes.

Atenção! Há restrição para a entrada de animais domésticos no parque, bem como a  utilização de bicicletas, bolas, skates, patins e assemelhados

Sinopse histórica
Antigo engenho de açúcar na época do Brasil Colonial, o Parque Lage pertenceu a Antonio Salema, Governador do Rio de Janeiro no século XVI. Após 1660, a propriedade passou a pertencer à família Rodrigo de Freitas Mello. Em meados do século XIX, um nobre inglês comprou partes da terra e contratou o paisagista inglês John Tyndale para projetar um jardim de estilo romântico, nos moldes das quintas européias. Em 1931, o empresário Henrique Lage, que havia comprado a propriedade, mandou construir uma réplica de um "Palazzo Romano"para sua esposa, a cantora lírica italiana Gabriela Besanzoni. Projetado pelo arquiteto italiano Mário Vodrel, o casarão tem sua fachada principal e pórtico revestido de cantaria e mármores, azulejos e ladrilhos importados da Itália. Os jardins compreendem 174 mil metros quadrados de floresta exuberante com espécies da Mata Atlântica. A propriedade é parte hoje do Parque Nacional da Tijuca. Estes atributos motivaram o tombamento do complexo arquitetônico do Parque Lage e de seu entorno pelo IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico Artístico e Nacional, em 1957, e pelo INEPAC - Instituto Estadual do Patrimônio Cultural, em 1965, como patrimônio paisagístico, ambiental e cultural.
Desde 1975 o Parque Lage abriga a Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage, vinculada à Secretaria de Estado de Cultura. 

Há inúmeros eventos culturais que são realizados na área do parque. Para saber a programação consulte os contatos da administração constantes do "box" acima.
Vale a pena
  • Visitar o palacete onde fica a Escola de Artes Visuais (EAV) ;
  • Caminhar pelas pistas/trilhas do local, observando a vegetação ao redor;
  • Fazer piqueniques em locais próprios para isso no parque;
  • Fazer uma refeição no bom restaurante/cafeteria no interior do palacete;
  • Participar das atividades culturais promovidas nas áreas apropriadas do parque e
  • Visitar o aquário existente no local.
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OBS.: Informações e programações sujeitas a mudanças e alterações.
Fonte dos textos: "Websites da EAV" (http://eavparquelage.rj.gov.br) e do "Parque Nacional da Tijuca"(http://www.parquedatijuca.com.br/). Portais "rioshow" (http://rioshow.oglobo.globo.com) e "Rio de Janeiro Aqui (http://www.riodejaneiroaqui.com).
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Veja vídeo feito no local, quando da visita.

A seguir, veja fotos tiradas no parque no dia da visita (Atenção! Ao "clicar" em qualquer foto, abre-se, automaticamente, o modo de exibição "Tela Cheia" de seu computador e por meio de suas teclas "Setas" (➡⬆⬅), podem ser visualizadas todas as fotos tiradas do local).

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