segunda-feira, 18 de maio de 2015

Bosque João Paulo II ou Bosque do Papa em Curitiba

O Bosque João Paulo II, mais conhecido como Bosque do Papa, fica no Centro Cívico na cidade de Curitiba, Paraná, e foi visitado num sábado. Tem por volta de 48.000 m²foi inaugurado em dezembro de 1980, perenizando a passagem do Papa por Curitiba em junho de 1980.
Horário de funcionamento:
2a. Feira a Domingo, ininterrupto
Telefones:
(41) 3313-7194
Localização:
Rua Rua Euclides Bandeira, S/ nº – Centro Cívico. Entrada também pela Rua Vieira dos Santos e pelos fundos do Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, PR
Ver no mapa

Para ir ao Bosque João Paulo II, utilize as linhas de ônibus Ligeirinho (prata): Estação-tubo Museu Oscar Niemeyer: Boqueirão-Centro Cívico, Troncais e convencionais (amarelos): Abranches, Água Verde-Abranches, Jardim Chaparral, Marechal Hermes-Santa Efigênia, Mateus Leme e Vila Suíça, Metropolitanos (bege): Curitiba-Jardim Marrocos, Curitiba-Jardim Paraíso, Curitiba-Tamandaré/Lamenha e Curitiba-Tamandaré/Minérios (saídas da Praça 19 de Dezembro), Interbairros I (verde) e "Linha Turismo".

De carro vá ao box ao lado e clique em "Ver no mapa", traçando seu roteiro.
Não há estacionamento para veículos no interior do local, mas é possível estacionar nas ruas próximas.

Antes de visitar o local, consulte a previsão do tempo para Curitiba (clique aqui).

Infraestrutura
O local possui portal polonês, palco, trilhas, pistas, sanitários, playground, loja de artesanato, casas típicas, sede de escoteiros. Há uma ciclovia que percorre o entorno do Bosque, pois dentro do local não é permitido andar de bicicleta.

A flora do local é constituída de plátanos, araucária, cedros, pitangueiras, carvalhos, cerejeiras, ipês, tarumãs e uvas do Japão.

Quanto à fauna, os pássaros se fazem presentes através de sabiás, bem-te-vis, coleirinhas, chupins, tico-ticos, canários-da-terra, sanhaços e pica-paus.

Há no interior do local uma "lojinha/casa de chá" que vende alguns alimentos da culinária polonesa e bebidas aos interessados, bem como peças de artesanato como as famosas Pêssankas, ovos pintados à mão em filigranas para saudar a Páscoa.

Há restrição 
para a entrada de
 animais domésticos no local, bem como de bicicletas, skates e assemelhados.

Quanto à segurança geral do parque, observamos alguns vigias no dia da visita.

Destaque para o projeto do paisagista Burle Marx, que fiscalizou pessoalmente os trabalhos de limpeza do Bosque, teve como prioridade a preservação da mata nativa, além do plantio de novas mudas de pinheiros (Araucária angustifolia). Outro destaque são os plátanos (Platanus orientalis), com porte bem desenvolvido e introduzidos no local há dezenas de anos.

Pelos caminhos internos do bosque, encontram-se 7 casas típicas polonesas em forma de aldeia, construídas no início da colonização polonesa na região de Curitiba por volta de 1878, e remontadas no bosque. As casas, feitas de troncos de pinheiro encaixados, abrigam a história e a cultura dos imigrantes. Na primeira casa, a mesma visitada pelo Papa, foi instalada a capela em homenagem à Virgem Negra de Czestchowa, padroeira da Polônia. Nas demais, pode-se conhecer os móveis e utensílios da época da primeira imigração, 1871, como a pipa de azedar repolho e ver de perto o Museu agrícola onde se destacam a carroça, o abanador de cereais, o amolador de pedra e outras ferramentas da época. Na trilha em meio ao bosque, encontram-se uma escultura do Papa João Paulo II e um monumento em homenagem a Nicolau Copérnico.

Nas festas da colônia polonesa, muita música e folclore dos descendentes que, vestidos nos floridos trajes típicos do país, se apresentam nas comemorações da Swiconka - Benção dos Alimentos na época da Páscoa, em julho a homenagem à visita do Papa, em agosto a festa da padroeira Czestochowa, o pontificado de João Paulo II em outubro, e o dia de São Nicolau que dá início às festas de Natal. Nestas essas ocasiões pode-se experimentar os deliciosos pirogues (pasteizinhos com recheio de requeijão) e os saborosos doces e bolos da culinária polonesa.

Sinopse histórica
O Bosque João Paulo II, inaugurado em dezembro de 1980, não só eternizou a passagem do Papa por Curitiba em junho de 1980 quando ele visitou a casa típica polonesa montada durante a solenidade no Estádio Couto Pereira, como presenteando a cidade com uma linda homenagem à colônia polonesa.

Vale a pena
  • Levar as crianças para brincar nos playgrounds existentes;
  • Caminhar pelas pistas e trilhas existentes, observando a natureza em sua volta;
  • Visitar as casas típicas polonesas, atentando para seus móveis e utensílios da época da primeira imigração, 1871, como a pipa de azedar repolho e 
  • Ver de perto o Museu Agrícola onde se destacam a carroça, o abanador de cereais, o amolador de pedra e outras ferramentas da época.
______________________________________________________________________________________________________________   OBS.: Informações e programações sujeitas a mudanças e alterações. Para mais informações, ligue para o telefone da administração no box acima.
Fonte dos textos: Website da Prefeitura de Curitiba (http://www.curitiba.pr.gov.br).
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Veja vídeo feito no local, quando da visita (sugerimos "clicar" no ícone do "YouTube" para uma melhor visualização).

A seguir, veja fotos tiradas no local no dia da visita (Atenção! Ao "clicar" em qualquer foto, abre-se, automaticamente, o modo de exibição "Tela Cheia" de seu computador e por meio de suas teclas "Setas" (➡⬆⬅), podem ser visualizadas todas as fotos tiradas do parque).

2 comentários:

  1. Recentemente estive nesse parque, estava praticando exercícios, quando fui abordado por uma senhora que se dizia administradora do local. Ela logo de cara usou um tom pejorativo com minha pessoa, me chamando de "senhorzinho" (tenho pouco mais de 30 anos) e me dizendo que aquele era um museu, não um local para se praticar exercícios. Engraçado é que já vi mendigos dentro do parque fazendo necessidades fisiológicas, entre outras coisas, e a minha pergunta é: isso pode?? Mas como estamos no país da "pizza", quando uma pessoa qualquer tem algum poder, que seja mínimo, já é um bom motivo para mandar e maltratar o outro e faltar-lhe com respeito. O mais curioso é que logo depois, perto do local onde ela me abordou, encontrei vários apetrechos próprios para quem quer fazer exercícios. Pergunta: o que uma pessoa ignorante como esta senhora centenária, que nem conhece direito as dependências do parque, faz na administração?? Cargo de confiança? Talvez....

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    Respostas
    1. Ela administra uma lojinha da artesanato a mais de trinta anos, sem passar por concorrência pública. Aluga os espaços do Bosque para feiras gastronômicas, como se fosse dela!

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